ctrl + F nos meus trabalhos
F5 nas pessoas
F4 nos sentimentos
crtl + alt + del para mais opções
Fn + F10 para conctar-se
Fn + F3 para deixar as pessoas falando sozinhas
As coisas seriam mais prática com atalhos.
I like it
Maio 23, 2009
eu gosto de perguntar, portanto, goste de responder.
paixãopraquê? crash.
Maio 13, 2009
paixãopraquêseelanãoresolvetudo?desejo.vontade.querer.prazer.você/termineoqueco
meçousemtermedodotalpesonaconsciência/façamaisporvocêequemsabepormimtambém
;@
Abril 25, 2009
envolver
deixar de
sentir
paixão
amor
carinho
compreensão
vontade de
querer
ter
sentir
gostar
amar
entender
saber que
tem
gosta
confia
cuida
entende
é secreto
é real
é natural
Etcha tcha [2]
Abril 19, 2009
Deixe a dúvida surgir antes de agir. Essa é a melhor forma de diminuir as chances de erros e decepções.
Pense, deixe de durmir pra pensar. Tente não agir sempre por impulso; é difícil, eu sei, sou prova disso. A impulsividade me fez quebrar a cara e hoje eu vi, que vale a pena perder preciosas noites de sono pra que isso não aconteça mais uma vez.
Não confie tão facilmente, assim como disse no post anterior, a confiança demora demais pra ser conquistada e segundos podem destruí-la. E sabe qual é o pior disso tudo? REconquistar a confiança é a coisa mais difícil que existe no mundo. Não faça por merecer sofrer. O impulso não é a melhor resposta e não te faz ser “cool”. O impulso te deixa idiota. O impulso faz tu ser cada vez mais idiota, e faz tu perder pessoas e sentimentos importantes.
Pense, indague, duvide de tudo! De todos! Faça por merecer a conquista. Faça por merecer a credibilade. Mostre sua hombridade, mas só se ela for de VERDADE. O caráter é mais importante que o corpo. O corpo muda, o caráter não.
Etcha tcha
Abril 15, 2009
Passa ano e sai ano e eu continuo qubrando a cara ao perceber que por mais que tu conviva anos com certas pessoas tu nunca vai conhecê-las.
Grandes decepções com grandes amigos. Mas quando eu digo grandes, eu digo grandes mesmo, daquelas tipo de novela sabe? Onde o vilão faz de tudo para atrapalhar a vida dos mocinhos, nesse caso, a vida dos amigos. É incrível. A confiança realmente demora muito tempo pra ser construída e minutos pra deixar de existir.
Não tente conhecer, você nunca terá a capacidade de conhecer nem 80% das pessoas, que dirá 100%.
A única pessoa na qual você pode confiar 99,99% sem ter medo de errar é você mesmo.
be
Março 6, 2009
Seja e faça o que te fizer ser feliz.
don’t be afraid.Porto City, Torres Beach…
Fevereiro 28, 2009
Em Porto Alegre depois de dois meses na praia (com uma visita de algumas horinhas apenas para uma entreviste de emprego).
Ao chegar na cidade, alí pelas bandas do aeroporto e em seguida pegando a 3ª perimetral e eu me senti em casa. Carlos Gomes, prédios altos, sem muito auê, poucos ônibus, movimento rotineiro, tudo ótimo, eu estava em casa até me deparar com a zona sul, passando Teresópolis e Nonoai, entrando na Cavalhada. CAOS total! Não é mais o mesmo lugar que eu cresci, em pleno sábado, férias ainda, correria, buzinas, carros, pessoas, um movimento do cão, o céu meio acinzentado devido as nuvens de chuva dividia o espaço com as fumaças dos ônibus, caminhões e carros. Me senti em qualquer lugar, menos em casa. Na hora pensei – e continuo pensando-: por que diachos eu não fiquei na praia? Até que não seria tão ruim morar lá, tem faculdade com cursos que me interessam, supermercado, livraria, cafeteria, tudo que eu preciso pra viver, sem falar que rola aquela brisa marinha o dia todo todos os dias, o final de tarde na prainha, as noites de sábado no Bora Bora ou no Pub da Ilha. É, realmente não seria nada mal. Quem sabe daqui alguns anos, meses ou dias isso não aconteça?! Isso vindo de mim, que eu sou uma pessoa totalmente avessa a praia, ao ‘interior’ chega a ser preocupante. Sou urbana demais pra tudo e pra muitos, mas infelizmente é a vontade que dar ao chegar nessa que era pra ser a nossa cidade maravilhosa. Poluíção e caos. Viraremos nós, a nova São Paulo?
Espero que não.
Revendo “aquela” pessoa, aprendendo sozinha.
Fevereiro 27, 2009
Senti um arrepio, gelei por dentro, levantei a sombrancelha com uma cara de “pff” misturada com, “tá vendo”, cumprimentei com um ‘oi’ muito baixo, nem sei se foi possível ouvir, mas foi possível ver que eu falei, passei rápido, quase correndo, ainda bem que eu estava com pressa aquela hora; se bem que foi mais fácil do que eu imaginei, não que tenha sido como passar por qualquer pessoa, afinal, não era qualquer pessoa, era a pessoa que foi “A” pessoa por um tempo, um curto tempo,admito, mais foi tudo muito intenso.
(In)Felizmente, esse verão fez com que eu aprendesse muita coisa, mas muita coisa mesmo. Aprendi a lidar comigo, a fazer acontecer e fazer ser por mim, aprendi a respeitar certas pessoas, aprendi que no fundo todos são iguais por mais diferentes que pareçam, aprendi que não se deve acreditar tanto nas pessoas, muito menos confiar nelas, mas que é preciso estar aberto para conhecer novas pessoas, sem muita confiança, como diz a expressão: sempre com um pé atras. Assim é mais seguro, não nos magoamos tão facilmente assim.
->Não confie em qualquer um.