não. não. não. eu.

Junho 29, 2009

minhas mãos gelam e borboletas surgem no meu estômago.
me faltam as palavras, o sorriso surge sem querer.
muitas vezes eu quero esquecer, eu tento não ver. é difícil aceitar que não é como eu sempre quis, e que nunca vai ser.
não vai existir. é instantâneo e momentâneo. é real, mas irreal. o passado é mais forte, embora diga que não.
não é, não pode, denovo.

“eu vou pra califórnia” fugir de tudo de todos e me encontrar pela miléssima vez.

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